quinta-feira, 10 de julho de 2014

A Argentina chega à quinta final de Copa do Mundo

Após 24 anos distantes do sonho de ganhar uma Copa do Mundo, os argentinos viram a possibilidade deste sonho se tornar realidade.

Um 0 x 0 no tempo normal e na prorrogação e finalmente a vitória nos pênaltis.

Na sua 16ª participação no evento, os hermanos chegam à sua quinta final.

Nas outras quatro, os sentimentos ficaram divididos.

Em 1930, a primeira final e a primeira decepção.

Após vencer 4 partidas, a derrota na final para o Uruguai por 4 x 2.



Uruguai 4 x 2 Argentina (1 x 2 - Primeiro Tempo)
Local: Estádio Centenário, Montevidéu - Uruguai
Árbitro: Jan Langenus (Bélgica)
Uruguai: Ballestero, Mascheroni, Nasazzi; Andrade, Fernández, Gestido; Dorado, Scarone, Castro, Cea e Iriarte - Técnico: Alberto Suppici
Argentina: Botasso, Della Torre, Paternoster; J.Evaristo, Monti, Arico Suárez; Peucelle, Varallo, Stábile, Ferreira e M. Evaristo - Técnico: Francisco Olazar
Público: 80.000
Gols: Primeiro Tempo - Dorado (12 minutos) | Peucelle (20) e Stábile (38). Segundo Tempo - Cea (13) | Iriarte (23) | Castro (44).

A segunda final somente aconteceria 48 anos depois. E terminaria de forma extasiante. A Argentina conquista o seu 1º título, e perante a sua torcida.

Em 7 jogos realizados, 5 vitórias, 1 empate e 1 derrota.

A final contra a Holanda foi muito emocionante:



Ficha Técnica
25/06/1978 - Argentina 3 x 1 Holanda - Monumental de Núñez (Buenos Aires, Argentina)
Motivo: Copa do Mundo de 1978 - Decisão.
Público: 71.483 presentes.
Árbitro: Sergio Gonella (Itália).
Argentina: Fillol; Olguín, Galván, Passarella e Tarantini; Gallego, Ardiles (Larrosa) e Mario Kempes; Daniel Bertoni, Luque e Ortiz (Houseman). Técnico: César Luis Menotti.
Holanda: Jongbloed; Jansen (Suurbier), Krol, Brandts e Poortvliet; Neeskens, Haan e Willy van de Kerkhof; René van de Kerkhof, Johnny Rep (Nanninga) e Rensenbrink. Técnico: Ernst Happel.
Gols: Mario Kempes (38' do 1º tempo, e 15' do 1º tempo da prorrogação), Nanninga (37' do 2º tempo) e Daniel Bertoni (10' do 2º tempo da prorrogação).

Em 1986, o primeiro encontro em finais, com o adversário deste domingo.

E o 2º título viria em solo mexicano.

Após uma campanha de 6 vitórias e apenas um empate, com 14 gols marcados e o craque Maradona arrebentando, os platinos fariam a festa:



Ficha técnica:

ARGENTINA – Pumpido, Brown, Ruggeri e Olarticoechea; Cuciuffo, Batista e Giusti; Enrique e Maradona; Burruchaga (Trobbiani) e Valdano
Técnico – Carlos Bilardo

ALEMANHA OCIDENTAL – Schumacher, Jakobs, Berthold, Forster e Briegel; Matthaus, Brehme, Magath (Hoeness) e Eder; Rummenigge e Allofs (Voller)
Técnico – Franz Beckenbauer

Árbitro - Romualdo Arppi Filho (Brasil)
Estádio – Azteca (Cidade do México)
Público – 114.600
Gols :  Valdano , Bown e Burrochaga (Argentina) ; Rummenige e Völler (Alemanha)


Em 1990, o troco alemão.

Após uma primeira fase sofrível, com uma derrota para Camarões, um empate com a Romênia e uma vitória por 2 x 0 sobre a União Soviética.

Nas oitavas, eliminava o Brasil de Lazaroni com uma vitória por 1 x 0, mais sofrimento, nas quartas e semifinais.

Empates com Iugoslávia em 0 x 0 e 1 x 1 com a Itália. Vencendo as duas nos pênaltis, depois de duas prorrogações, viria a final:



08/07/1990 - Domingo
   
ALEMANHA  1x0  ARGENTINA  
Local: Olímpico (Roma); Público: 73.603;
Árbitro: Edgardo Codessal (México); Gol: Brehme (pênalti) 40' do 2º;
Cartões Amarelos: Vöeller, Dezotti, Troglio e Maradona
Expulsão: Monzón 20' e Dezotti 42' do 2º;
ALEMANHA: Ilgner, Augenthaler, Berthold (Reuter), Kohler e
Buchwald; Brehme, Hassler, Matthaus e Littbarski;
Klinsmann e Vöeller. Técnico: Franz Beckenbauer.
ARGENTINA: Goyocochea, Simon, Serrizuela, Ruggeri (Monzón) e
Troglio; Sensini, Burruchaga (Calderón), Basualdo e
Lorenzo; Dezotti e Maradona. Técnico: Carlos Bilardo.


No domingo, dia 13 no Maracanã, o próximo capítulo desta Série...



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